domingo, 15 de maio de 2016

Personal Learning Environments (Parte II)

O conceito de Personal Learning Environments está, na minha opinião, diretamente relacionado com as palavras selecionadas na nuvem construída.
Este conceito é complexo e multifacetado, consegue abarcar conceitos distintos como o individualismo e a cooperação.
Caraterizo este conceito pela autonomia que o utilizador tem para construir a sua própria aprendizagem, através da procura de informação e da exploração da web, por exemplo.
Embora pareca demasiado individualista, esta construção do saber, permite que o utilizador  partilhe as suas conclusões, colabore com outros utilizadores na construção de novos conteúdos, reformule conteúdos, partilhe experiências em blogs e redes sociais, por exemplo - estando a trabalhar ao nível da web 2.0.
A construção destes saberes e a trocar de experiências realizadas é, maioritariamente, informal pelo seu próprio contexto, fazendo com que os utilizadores se sintam mais confortáveis e mais realizados.
 

domingo, 24 de abril de 2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Processos Pedagógicos em eLearning

Bibliografia Anotada
 
Tema: bibliografia anotada sobre a pedagogia do elearning/papel do professor online com 2 itens.
 
 
1. Anderson, Terry & Dron, Jon (2011). Three generations of distance education pedagogy. IRRODL.
 
Resumo
Este artigo define e examina três gerações de pedagogia da educação a distância . Ao contrário de classificações anteriores do ensino à distância baseado na tecnologia utilizada, esta análise centra-se na pedagogia que define as experiências de aprendizagem encapsulados na concepção de aprendizagem. As três gerações de cognitivo-behaviorista, construtivismo social e pedagogia conectivista são examinadas, utilizando a comunidade familiar do modelo de inquérito (Garrison, Anderson, & Archer, 2000), com seu foco em sociais, cognitivos, e ensinando presenças. Embora esta tipologia de pedagogias poderiam também ser utilmente aplicadas à educação baseada em campus, a necessidade ea prática de abertura e explicitação em conteúdo de educação à distância e processo faz com que o trabalho especialmente relevante para os designers de educação à distância, professores e conceptores. O artigo conclui que a educação à distância de alta qualidade explora todas as três gerações como determinado pelas expectativas de conteúdo de aprendizagem, contexto e de aprendizagem.

 

Palavras Chave
Teoria de Educação a Distância


2. Anderson, Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição).

Resumo
Este artigo define o papel do professor em ambientes online.
Aprender e ensinar num contexto online é muito parecido  com o ensino aprendizagem exercido noutros contextos, pois existe a necessidade de conceber conteúdos que cheguem a todos os públicos e de avaliar constantemente para validar aprendizagens.
A formação online tem inúmeras vantagens como a possibilidade de o aluno estar em qualquer local e poder estudar a qualquer hora, pois tem acesso à plataforma 24h por dia. A utilização de diferentes recursos pedagógicos também é salientada pois marca a diferença.
Um formador online deve ter um tato diferente que um professor do ensino tradicional, pois tem de ter sensibilidade para chegar a diferentes pessoas sem vê-las fisicamente e sem conviver com elas diariamente.
 
Palavras Chave:
Tutoria Online


#mpel #ppel #ppel9

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Psicologia da Comunicação Online

Psicologia da Comunicação Online
 
No âmbito da unidade curricular Psicologia da Comunicação Online, desenvolvi um Ensaio sobre algumas temática abordadas ao longo do semestre, bem como um Portfólio onde faço uma breve descrição sobre as minhas aprendizagens e contribuições para os projetos desenvolvidos.
 
Todos os conteúdos desenvolvidos ao longo do semestre foram, na minha opinião muito interessantes e pertinentes. Desenvolvi muitas competências, enriqueci os meus saberes com novas aprendizagens e também aprendi muito com a partilhas de experiências e vivências.
 
Ana Polainas

domingo, 24 de janeiro de 2016

Educação e Sociedade em Rede
 
 
Atividade 5 - A Rede como Interface Educativo
 
 
“NETWORK INTERFACE AS EDUCATION” is the theme of a group activity, for the subject Education and Network Society, of the Master in eLearning Pedagogy from the Open University (UAB) of Portugal. Our group is supposed to watch and present a deep analysis of four videos (“Students Helping Students”; “A Vision of Students Today”; “The Machine is (Changing) Us”; “The Machine is Us/ing Us”) produced by Prof. Michael Wesch, which we share now with all of you.
In some brief words, the above records show us how the world has evolved due to technology and particularly the Web 2.0, but above all, how people's lives and knowledge has constantly being shaped due to the network, especially if we look closely to an educational context.
Only in the last decade, social networking has revolutionized how people relate and communicate with each other. Sometimes they are not always used with good intentions, one must say, but when we take advantage of its benefits it has a tremendous power. We also can say this in general terms, once new technology has been a constant influence in modern society, being considered quite often not just tools or the media that they are, but also the change…Change in the way we communicate, we present ourselves, we relate with each other, built our personality and acquire knowledge.
 
Video 1
 
The video depicts a group of people coming together with common interests, forming virtual communities, characteristic of society Network. Currently, mediated by technology, forms of interaction, ways of relating, were exacerbated. One of the powerful tools in terms of achieving the objectives quickly is You Tube, used as a means to mobilize many people in favor of a project, with almost immediate return. It's technology uniting people sharing, driven by a sense of collaboration and humanity.
From a video posted on Network others follow suit and promote similar actions, for the good of the other. To remember we can cite the case of "ice bucket challenge", which took place in the same manner, in which thousands of people throughout the world mobilized. People turned one bucket of ice water on his head and challenged three friends to do the same. The aim of the campaign was to raise funds for entities linked to amyotrophic lateral sclerosis (ALS).
In short, we learn to develop a human behavior on the Web. You learn a lot in the nets.
 
Video 2
 
The video features students questioning how the education has been dealing with the technologies, ignoring them, insisting on traditional teaching: students sitting, lined up in silence listening to a teacher talking ... talking ... spit classes and chalk. No interaction is not exciting, is not attractive, it's exhausting, does not promote the construction of learning. It can be seen clearly a conflict between generations, as Prensky outlines: with a teacher - one digital-immigrant, and students - digital natives.
In this context, education is faced with a challenge: how to establish with generating net a teaching and learning relationship in which reconciles the interests of this audience with the educational goals of the school?
This video makes clear the need to overhaul the educational practices. Institutions must adapt to the new reality, absorb the available technology, using it in favor of a quality education.
 
Video 3:
 
"The Machine is (Changing) Us: YouTube and the Politics of Authenticity" demonstrates as communication means are changing factors. These modified the form how we communicated and as we behaved. Youtube exposes forms of thinking, behaviors, and it allows the freedom of expression and the share of information. Man adapted to the new technologies and, later, the new technologies changed us.
 
Video 4:
 
"The Machine is Us/ing Us (Final Version)" expresses the potential of the Web 2.0 and reveals their potentialities. We find more information quickly. Web 2.0 make possible the sharing and interaction. Nowadays, nobody gets to live without his smartphone or his desktop with Internet access. The new generation is dependent of the Internet, as everything goes through that. Because that there is a need to establishing a teaching based on the new technologies so that our youths can learn.
 
Conclusion:
 
The presence of new technologies is, with no doubt, remarkable for our society. There is no way to ignore it once it is here to stay. When misused, it is problem but when well managed our world can explore to the fullest every kind of knowledge.
All in all, these videos show us very well the potential of the media, but more importantly they are a reflex of how relevant it is to reshape and adapt learning environments to reach students of the XXI century and the ones that will come in a near future.
 
 
 
Ana Sofia Nogueira,  Ana Polainas e Joadne Stenner.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



sábado, 9 de janeiro de 2016


A Virtualização das Relações Sociais
 

A internet é um mundo em construção e que veio para ficar. Ultrapassou barreiras físicas e sociais, fazendo com que o modo de comunicar fosse alterado e se desenvolvesse.

O Ser Humano é um ser social, precisa de viver em sociedade para sobreviver e, por isso mesmo, a internet veio ajuda-lo. A utilização das redes sociais, por exemplo, ajudou o Homem a comunicar mais e melhor. Este factor fez com que nós nos tornassemos cada vez mais dependentes do mundo digital.

A sociedade em rede permitiu, não só, a melhoria das comunicações, mas também, a possibilidade do Homem se despir de preconceitos e comunicar sem se preocupar com aparências ou extratos sociais. Podendo, deste modo, criar o seu próprio “eu” virtual, com todas as carateristicas definidas como perfeitas pela nossa sociedade.

O facto de não existir interação direta entre indivíduos, não existindo trocas de olhares, expressões faciais ou liguagem corporal, devido à possibilidade de se poder responder passando algum tempo, fez com que os utilizadores pudessem repensar nas respostas dadas, tirando a espontaneidade associada ao mundo real.

Atualmente, vemos crianças pequenas a manusear instrumentos tecnológicos como se fosse parte do seu próprio corpo. Vivem dependentes da internet, dos jogos, do que é virtual. Tornámos a nova geração impaciente, fazendo com que tudo seja passageiro e rápido.

Não considero que o mundo digital seja desagradável, muito pelo contrário, é bastante útil quando bem utilizado, deve existir um equilibrio entre o real e o virtual. O perfil já referido que cada um de nós cria neste mundo pode ser falso, é certo, mas também pode ser uma extensão do nosso dia a dia e por isso, neste sentido, a rede é utilizada de uma forma inteligente e sensata.

Para uma boa utilização, devemos encarar a internet como uma extensão do nosso quotidiano, tendo bem definido o nosso papel na sociedade e em cada meio onde nós pertencemos. Por exemplo, no mundo profissional eu opto por uma postura formal, neste sentido utilizo como ferramentas o outlook e o linkedin, por exemplo, já na minha vida pessoal, tanto com amigos como com familiares, eu opto por uma postura informal, utilizando como ferramentas o facebook, o skype ou o youtube.

Não só as redes sociais são um complemento do mundo real, como também alguns recursos educacionais abertos, como a wikipédia ou o slideshare. Por exemplo, quando pretendemos procurar uma informação para fazer um trabalho da universidade ou quando pretendemos fazer uma receita, procuramos sempre livros de autores conhecidos, entendidos e conceituados por nos sentirmos mais seguros. Também na internet, quando fazemos uma pesquisa, procuramos sempre obter a melhor e mais correta informação.

A internet chegou assim, a todos as pessoas, contudo problemas como a veracidade dos factos surgiram, fazendo com que os utilizadores tenham de ter mais cuidado com a informação selecionada.

Outro risco que está associado ao mundo digital é o plágio. Com a facilidade com que a informação entra e sai do nosso ecrã, é tentador, mas não correto, copiar a mesma assumindo-a como sua.

Neste sentido, cabe ao indivíduo, quer esteja no papel de autor ou no papel de aprendiz, utilizar a interner de uma forma consciente e transparente, tendo cuidado com a informação que seleciona, sendo critico quanto à sua veracidade e justo quanto à sua partilha.
 
Bibliografia
 
Teixeira; A.M.; Ferreira, M.L.R.; Ensinar e Aprender Filosofia no Mundo Digital Recurso
 
 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Seleção de dois Repositórios
 
 
No âmbito da unidade curricular Materiais e Recursos para eLearning, surge a oportunidade de desenvolver o seguinte documento onde apresento brevemente dois Repositórios.
Dos selecionados durante a primeira fase deste trabalho decidi selecionar o RCAAP e o Slideshare.

 

RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal
http://www.rcaap.pt/


 1.    Critérios de Seleção
ü  Facilidade no processo de pesquisa, permitindo fazer uma pesquisa simples ou avançada.
ü  Tem ao dispor do utilizador imensos artigos sobre as mas variadas áreas.
ü  Possibilidade de aceder a literatura científica com acesso aberto ao documento integral.
ü  Possibilidade de pesquisar produções cientifícas não só portuguesas como também brasileitas.
ü  Possibilidade de pesquisar revistas agregados no projeto OASISbr.
ü    O portal compila de forma organizada e centralizada fontes científicas.

2.    Possíveis Adaptações

 O RCAAP conta com a participação de algumas instituições que disponibilizam material útil para ser carregado na plataforma.
Neste sentido, a minha sugestão ao nível tecnologico mas sim ao nível pedagógico. Sugeria fosse possível um autor, a titulo individual e não protegido por uma entidade, apresentar os seus conteúdos para partilhar, após obvia análise do documento.

 3.    Modo de aplicação numa atividade de aprendizagem
Utilizaria o presente Recurso Educacional Aberto numa aula de Gestão Curricular da Licenciatura em Educação Básica.

O público-alvo seriam indivíduos, maiores de 18 anos, que frequentassem a licenciatura referida e os objetivos da atividade seriam identificar os modelos associados à gestão curricular e Debater acerca das potencialidades e fragilidades de cada modelo.

Os alunos, individualmente, iniciariam a atividade com uma beve pesquisa, procurando os vários modelos de gestão curricular existentes, com o auxilio do Recurso Educacional Aberto RCAAP.

Posteriormente, redigiriam um documento onde, de forma resumida, apresentariam os seus argumentos.

Por fim, o tutor, no papel de moderador do debate, daria inicio ao mesmo.

 SlideShare
http://pt.slideshare.net/

 1.    Critérios de Seleção
ü  Possibilidade de encotrar informação sobre vários temas.
ü  Possibilidade de qualquer indivíduo partilhar os seus conteúdos.
ü  Facilidade na pesquisa.
ü  Licenciamento livre e possibilidade de reutilização.
ü  Repositório não direcionado apenas para a educação.
ü  Permite a interação com outras redes, como por exemplo facebook, twitter ou o wordpress.

2.    Possíveis Adaptações

 O SlideShare permite ao utilizador partilhar e reutilizar os mais variados conteúdos, porém não existe um filtro que afirme com toda a certeza que os conteúdos expostos são 100% veridicos.
3.    Modo de aplicação numa atividade de aprendizagem

 Numa formação sobre decoração de interiores, com um público-alvo entre os 18 e os 25 anos, a formadora propõe que pesquisem formas e objetos de decoração feitos com material de desperdicio para apresentarem aos colegas, numa próxima sessão.

A única ferramenta disponiblidada será o slideshare e as formandas, numa próxima sessão terão 10 minutos para cada uma apresentar o seu objeto.

As formandas aprendem, através do slideshare, a fazer origamis, candeeiros ou centros de mesa, por exemplo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Seleção e utilização de Recursos Educacionais Abertos

No âmbito da unidade curricular Materiais e Recursos para e-Learning, surgiu o desafio de escolher três Recursos Educacionais Abertos que eu considerasse relevantes. Neste sentido, escolhi o GAVE - Banco de Itens, RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal e TecMinho /Universidade do Minho - Repositório de Conteúdos Científicos.
 
O GAVE - Banco de Itens é um arquivo com todos os instrumentos de avaliação concebidos desde 1997. Este REA permite-nos consultar e descarregar ficheiros relativos a provas de aferição, finais e exames nacionais. Também disponibiliza, aos seus utilizadores, ficheiros com os respetivos critérios de avaliação e propostas de correção.
Escolhi o GAVE pela oportunidade gratuita que dá a alunos e professores. A disponibilização dos conteúdos mencionados permite os alunos estudem para os próximos alunos e permite aos professores conceber fichas de preparação em função da estrutura dos exames produzidos pelo Ministério da Educação.
 
O RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal é um portal concebido com o objetivo de recolher, armazenar e disponibilizar, aos seus utilizadores, conteúdos científicos em acesso aberto, existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior.
Considero o RCAAP um REA pertinente pelos múltiplos artigos disponíveis e pela segurança que o mesmo nos traz sobre a fiabilidade de cada recurso disponível.
 
Por fim, o TecMinho /Universidade do Minho - Repositório de Conteúdos Científicos é um espaço criado para recolher, armazenar e disponibilizar recursos didáticos em formato digital produzidos na Universidade do Minho e TecMinho.
Julgo ser um portal nacional muito pertinente pois disponibiliza conteúdos pedagógicos novos, criados por uma instituição portuguesa conceituada. Concede, não só aos seus alunos, como também a toda a sociedade, uma estrutura bem concebida de exercícios, documentos e artigos cientificamente corretos, que apoiam as pessoas nas suas pesquisas e estudos.
 


sábado, 28 de novembro de 2015

Análise do texto Cibercultura de Pierre Lévy
 
Em 1999, Pierre Lévy escreve Cibercultura. O texto mostra-nos o conceito de cibercultura e ciberespaço, faz-nos refletir acerca do mundo virtual, fala sobre como comunicar e agir no mundo tecnológico.
 
Lévy carateriza cibercultura como O termo [ciberespaço] especifica não apenas a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informação que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo. Quanto ao neologismo ‘cibercultura’, especifica aqui o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço (LÉVY, 1999, p. 17).
 
Embora já com alguns anos, o conceito supracitado mantém-se bastante atual.
 
A evolução da internet permitiu e contribuiu para a melhoria do mundo virtual. A passagem da web 1.0 para a web 2.0 fez com que fosse possível a interação entre diferentes utilizadores, em diferentes partes do mundo.
 
A cibercultura é, assim, democrática, colaborativa e incentiva a partilha de saberes, aprendizagens e experiências.
 
Nos dias de hoje, a Cibercultura tem um grande impacto na nossa sociedade. Somos dependentes das novas tecnologias e fomos educados e somos sujeitos a constantes partilhas de saberes e experiências. Neste sentido, a partilha de informação e a oportunidade de reformular textos veio quebrar diversas barreiras que ainda condicionavam a utilização correta do conceito em análise.
 
No nosso dia a dia, sem nos apercebermos, utilizamos, constantemente, sites que são consideramos cibercultura: youtube, Google drive, facebook, Skype, entre outros.
 
 
 
 
Bibliografia